|
Crítica de Los Angeles elege seus filmes do ano
Por Carlos Dunham — Segunda, 11 de dezembro de 2006
|
|
Bem-vindo ao Sobrecarga, seu destino para as principais matérias sobre Filmes, Séries, Quadrinhos, Música e muito mais... se você puder agüentar!
Use a barra superior do site para navegar entre os assuntos e confira, no final de cada texto, outras matérias relacionadas ao assunto.
Na barra lateral do site você encontra sempre boas ofertas de produtos relacionados ao universo pop, ajude o site visitando nossos patrocinadores.
Volte sempre!
|
A temporada de prêmios já começou, e um filme já está largando na frente: enquanto muitos falavam de Os Infiltrados, de Martin Scorsese, e Babel, de Alejandro González Iñárritu, o papa-Oscars Clint Eastwood demonstra entrar firme e forte na disputa por seu terceiro Oscar de melhor diretor.
As indicações para o prêmio da Academia só saem mês que vem, mas o novo filme de Eastwood, Letters from Iwo Jima, depois de haver ganho o troféu de melhor do ano pelo National Board of Review, repetiu o feito, e foi eleito o melhor filme do ano pela Crítica de Los Angeles. O melhor diretor foi o inglês Paul Greengrass, por seu trabalho em Vôo United 93.
O maior premiado da noite, contudo, foi The Queen, de Stephen Frears, que levou quatro estatuetas: melhor atriz (Helen Mirren, favoritíssima ao Oscar), melhor ator coadjuvante (Michael Sheen, que interpreta o Primeiro Ministro britânico Tony Blair no filme), melhor roteiro (Peter Morgan) e melhor música (Alexandre Desplat).
A grande surpresa, porém, ficou com o troféu de melhor ator, compartilhado entre Forest Whitaker, de The Last King of Scotland e Sacha Baron Cohen de Borat - surpreeendente não por Whitaker, mas pelo empate e pela co-vitória de Baron Cohen. Outra surpresa foi a premiação de melhor atriz coadjuvante para Luminita Gheorghiu, por seu desempenho na produção romena The Death of Mr. Lazarescu.
O alemão The Lives of Others, de Florian Henckel von Donnersmarck ganhou o prêmio de melhor filme estrangeiro, e Uma Verdade Inconveniente, de Davis Guggenheim foi justamente agraciado como melhor documentário do ano. Outro prêmio merecido foi o de melhor animação: Happy Feet - o Pinguim, de George Miller.
|