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Semaninha agitada. Essa coisa de TVUPlayer mudou completamente meus horários. Assitiu The Nine? Realmente muito bom. Muito bom. Saudade do Michael Scofield? Eu também. Mas ele volta no dia 23, então dá para sobreviver. Alguém me explica por que o Hiro não lê a última página? Ainda não entendi. Ouviu Janie Jones por Babyshambles e friends? Pete Doherty fazendo o que mais sabe. Cover de Clash. (Brincadeira) Sai pela B-Unique no próximo dia 30. Falando nisso, quem vai ao casamento de Suicide Sally(Kate Moss) e Johnny Guitar(Doherty)? A festinha rola em Ibiza, na Espanha, no dia 16 de janeiro de 2007.
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Depois da garrafada no Reading e de toda a hostilidade de 9 entre 10 pessoas que os consideram emos, os caras do Panic! At The Disco foram vítimas de mais uma brutalidade. Empacotados, largados ao mar, pescados, trancados em armários, entre outros. Os vilões são os caras do Dresden Dolls, ou o cara e a garota, como queira. Mas, nada de, er, terror. Nossos amiguinhos conseguiram dar o troco. O resultado da bagunça pode ser conferido logo aí abaixo em Backstabber o novo single do Dresden. Quer uma dica? Quando chegar à 1 minuto e 40 segundos, assista sem volume.
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Apesar de não ter muita esperança na nova temporada de O.C. uma notícia sobre a série até pode animar um pouco. Vem aí o O.C Mix 6. E promete ser coisa muito fina. Indie fazendo cover de indie. Se você esteve um pouco distante do sistema solar nos últimos anos pode não saber que O.C. Mix é o nome das coletâneas lançadas com todas as melhores canções do seriado. Estamos nos encaminhando para a quarta e última temporada, então nada melhor do que fechar as coletâneas com chaves de ouro.
Artistas novos ou velhos conhecidos do seriado, que participaram das compilações anteriores, voltam cantando musicas dos coleguinhas. Exemplo: Imogen Heap fará uma versão acústica de Hallelujah que rolou naquela hora tristíssima do último episódio. A dupla Mates of State vai dar cara nova à musica-tema Califórnia. E Tally Hall fica responsável pelo cover de Smile Like You Mean It. Olha só quem completa o tracklist:
Goldspot - Float On (Modest Mouse) Rock Kills Kid - I Turn My Camera On (Spoon) Lady Sovereign - Pretty Vacant (Sex Pistols) Pinback - Wasted – (Black Flag) John Paul White - Can't Get It Out Of My Head – (ELO) Rogue Wave - Debaser – (Pixies) Syd Matters - Hello Sunshine – (Super Furry Animals) The M's - Come Into Our Room – (Clinic) Band Of Horses - The End's Not Near – (The New Year) Chris Holmes - Into Dust – (Mazzy Star)
O nome do disco ainda é uma incógnita. A revista Filter diz que o álbum vai se chamar Mix Metalmix 6. Já o blog Stereo Gum fala em: The O.C. Mix 6: Covering Our Tracks. Chega às boas lojinhas do ramo na primeira semana de dezembro, um mês após o início da quarta temporada, que vai ao ar pela Fox no dia 02 de novembro.
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Você vai rir duas vezes, mas vou contar mesmo assim. Eu nunca assisti Grey’s Anatomy (não ria). Não é o meu tipo de série. Daí na quinta passada, depois de My Name Is Earl –que infelizmente dura apenas 30 min-, não tinha muita coisa interessante e acabei deixando em Uggly Bety, mesmo. (não ria!). Continuo achando de extremo mau gosto, mas enfim, durante o intervalo saí de perto do micro e logo comecei a ouvir Fidelity, da Regina Spektor. Voltei correndo imaginando que produto maravilhoso estaria usando nossa garota russa como trilha sonora. Sim, a propaganda era do Grey’s Anatomy.
Não consegui assistir sem cochilar, porque passa aqui a uma hora da madruga. Mas deixei anotado no bloquinho e, na manhã seguinte, procurei o guia musical da série e fiquei pasma: Grey’s Anatomy é O.C. para indies de meia-idade. Se é que existem. Eu conheço apenas dois e um deles já morreu. De qualquer forma, se existem, eles acompanham a história. Se você está sentindo falta de músicas independentes, ou se é um indie na meia-idade, sintonize na ABC às quintas-feiras.
Cuida só algumas das canções que já passaram pelo novo OC: If Looks Could Kill - Camera Obscura Standing In The Way Of Control - The Gossip Province - TV On The Radio Dirty Mind - The Pipettes Open Your Eyes - Snow Patrol Where Does the Good Go - Tegan and Sara Evil - Interpol Just A Ride - Jem I Fought the Angels - The Delgados A Good Thing - St. Etienne Sailed On - Landon Pigg Be Gentle With Me - The Boy Least Likely To Under The Milky Way - Grant Lee Phillips
Estou me sentindo a mais atrasada das criaturas mas, antes tarde do que nunca, diria a vovó indie. No guia musical passei a ler o nome dos episódios. Gênios. Os caras dão nomes de música a cada um dos eps. Let It Be, Something to Talk About¸Break On Through, It's the End of the World¸Yesterday, A Hard Day's Night e por aí vai.
E já me contaram que tem duas trilhas sonoras (deus, em que mundo eu estava??). O volume 1 traz The Postal Service e Rilo Kiley. Será que eles vêem o indie como mão-de-obra barata ou é bom gosto do produtor, realmente? Com tanta música boa (recomendo que você procure todas da lista acima) eu vou correndo procurar um episódio para assistir.
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Aí, você, pessoa detalhista, vai notar que ali em Under The Milk Way está Grant Lee Philips ao invés de Church. Acho que nunca falei mas, junto com Lou Reed e Conor Oberst, Grant Lee Philips é um dos eternos amores da minha vida (risos).
E neste ano ele chegou com um pacotão bem, ahn, interessante. Um disco de covers dos anos 80. Não sei qual o motivo, afinal tem tanta gente embarcando no caça-niqueis oitentista... Se eu não fosse uma seguidora fiel do rapaz, talvez desconfiasse que tem interesse econômico aí.
E, para piorar, nem sou fã dos anos 80. As poucas músicas de que realmente gosto são aquelas que fazem parte da trilha de Donnie Darko. Daí meu ídolo absoluto chega com seu disco chamado Nineteeneighties e bagunça meu conceito. Porque, da primeira a última, estão todas tão lindas, tão Grant Lee Philips, que é quase impossível acreditar que vieram daquela época tão over.
Falar do Grant em alguns parágrafos é uma daquelas impossibilidades da vida humana. Então eu recomendo que
a)você ouça o disco Virginia Creeper.
b)ouça Nineteeneighties
c)ouça Fuzzy, um dos grandes discos dos anos 90, do tempo em que Phillips era o frontman do Grant Lee Buffalo, banda americana cultuada pelo mundo afora. A história é longa mas em resumo: o grupo lançou quatro discos, os primeiros dois tiveram grande sucesso, os outros não muito. A gravadora não renovou o contrato, o Philips entrou em uma crise, virou artista solo, gravou três discos lindos, o mais recente (e mais lindo) é Virginia Creeper, de 2004. Alt-country de primeira.
Mas voltando aos Nineteeneighties. Impossível não se apaixonar pelas onze faixas agraciadas pela voz do nosso amigo. É como um mixtape feito pelo Grant para os fãs, que agradecem com uma lágrima no olho. Se você não ficar, no mínimo, encantado significa apenas uma coisa: você não tem coração :P