Bem-vindo ao Sobrecarga, seu destino para as principais matérias sobre Filmes, Séries, Quadrinhos, Música e muito mais... se você puder agüentar!
Use a barra superior do site para navegar entre os assuntos e confira, no final de cada texto, outras matérias relacionadas ao assunto.
Na barra lateral do site você encontra sempre boas ofertas de produtos relacionados ao universo pop, ajude o site visitando nossos patrocinadores.
Volte sempre!
Alou, batutas
She looked into my eyes and a voice said run/ She says that Im a mess but it's alright. Mais uma vez a coluna é embalada pelo xerox bacana de Interpol (que por sua vez é um xerox bacana, bem, você sabe..): She Wants Revenge. Adoro-os. A começar pelo nome da banda que é uma obra. Mas, então, a coluna está uma mess, mas está alright. Alright? E, falando em coluna... a coluna de hoje, por absoluta falta de tempo, será bem curtinha. Desculpe.
Coisas que eu faria se fosse você
(na real, coisas que faço sendo eu, e que você será feliz se o fizer)
*Vá a um dos shows do Jamie Cullum, mesmo se você ainda não sabe quem é Jamie Cullum.
Explico: é um garoto de 26 anos, inglês de Essex, tem três anos de carreira e cerca de quatro milhões de discos vendidos. Venceu o BritAwards e o último Grammy, e o mais querido: se apresentou três vezes para a Rainha da Inglaterra. Owwww que bonito.
Os shows do britânico acontecem em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre. Ele é da turminha da Kate-ex-do-Luke-Pritchard-Mellua (dos Kooks) e tem a voz do Paolo Nutini. Só que a levada é muito mais jazz. Parece também com o Adam Green. Quem já foi em algum show do rapaz, diz que sua desenvoltura no palco é surpreendente: tem um toque performático, com Cullum batucando e martelando o seu piano, dando um ar arrojado e rebelde ao seu show.
Pointless Nostalgic, Twentysomething e Catching Tales, seus três discos, derrubam as barreiras entre o pop e o jazz. A prova máxima desta integração foi o show de Cullum no Glastonbury.
Quer saber de outros flertes do garoto com a cultura pop? Você conhece outro pianista de jazz que use All Star vermelho? Ou que faça um cover dos Doves (Catch The Sun)? Além disso, ele é (muito) fã de Thom Yorke e Jeff Buckley. E, você sabe, amigo de Thom Yorke é nosso amigo.
Grande sacada da gravadora Deckdisk: lançar o disco Pointless Nostalgic, que é responsável pelas pérolas High & Dry, Too Close For Comfort, Lookin' Good e I Want To Be A Popstar. Compre o disco, prepare uma xícara de chá ou uma taça de vinho, aproveite o inverno e ouça da primeira à ultima faixa. Depois peça para gravadora lançar os outros dois. Ah. E vá ao show.
*Ouça a canção Oh Mandy, da Spinto Band
Música que não sai da XFM, nem da Woxy e que não é nada mais nada menos do que ótimamente bubblegum para qualquer popkid que se preze. É do disco Nice and Nicely Done que saiu pela Bar/None no ano passado. Não esqueça do vídeo fofura lá no Youtube, né?
*Vote em Panic! At The Disco
Ahá. Achou que eu tinha esquecido deles? Bem capaz. Os garotos foram indicados ao Kerrang! e ao VMA. Na votação da revista européia eles estão concorrendo ao prêmio de Revelação Internacional. E na MTV são muitas as indicações, e não lembro de todas.
Aqui você vota na Kerrang! e aqui você vota em I Write Sins Not Tragedies, no site da MTV americana. Vai lá.
*Eleja Young Folks a melhor canção do ano
Todos estão falando, mas não custa relembrar: Pete, Bjorn and John é uma banda ótema, dona do melhor twee pop dos últimos meses: o disco Writer's Block. Eles vêm daquele lugar perfeitinho onde Concretes, Legends, Shout Out Louds, Acid House Kings e, principalmente, Mando Diao já fizeram história: Suécia. Young Folks não é apenas a música do ano, mas é também um tratado para quem ainda não aprendeu a assoviar.
*Ouça
Mando Diao está com um EP promocional, antecipando Ode To Ochrasy, o terceiro disco. Sinceramente? A primeira audição me decepcionou um bocado. Nada como Sheepdog ou God Knows. Mas, vamos esperar pelo disco completo.
*Procure o disco de estréia do Sunshine Underground
Daqui há dez dias eles lançam, Raise The Alarm, que promete abalar as estruturas da new rave e da cena inglesa. Quatro canções deste disco já estão entre as preferidas dos indiekids desde julho do ano passado. (Put You in Your Place, Commercial Breakdown (a faixa mais Sunshine Underground de todas), I Ain't Loose Any Sleep e The Way It Is). O quarteto é de Leeds e são agitadores culturais do local. Queridinhos de Steve Lamacq, Zane Lowe e meia duzia de críticos importantes do reino. The real next thing, boy.
(Depois que ouvir o disco, diz: é impressão minha ou o andamento de I Ain't Loose Any Sleep foi modificado neste disco? Apesar de estar muito melhor produzida, prefiro a versão antiga. E você?)
*Conheça I'm From Barcelona
28 pessoas capitaneadas por Emanuel Lundgren. Todas da Suecia. Lá-lá-lás, palmas, músicas felizes. ("Eu construí uma casa na árvore/ ninguém pode nos ver/ é uma casa só nossa.") Esta banda é para quem ainda não esqueceu dos anos 90, da busca incessante pelo pop perfeito e da cultura mixtape. Canções singelas feitas por quem não tem a mínima vontade de envelhecer e adora ser geek. Letras sobre coleções de selos, amigos queridos e as casas na árvore. Se você gosta de The Boy Least Likely To, tem chances de gostar 29 vezes mais de I'm From Barcelona.
Let Me Introduce My Friends é o disco de estréia que consegui nota 8.4 no Pitchfork, um marco. We´re From Barcelona é o novo hino do indie pop. Ouça já.
That's all, folks.
Eu disse que a coluna de hoje seria na corrida.