Opa
Quem ainda agüenta ouvir falar em copa do mundo? Eu não. Ainda mais agora que Owen se machucou feio. E que o Crouch resolveu abolir sua dança. Acho que é tudo culpa do Embrace com o hino que não deu certo.
Portanto, vamos falar de amenidades e esquecer de futebol, por favor?
Quanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, né não? Com estes zilhões de discos bacanas sendo lançados em 2006, mal posso esperar pelos melhores do ano. Mas, vamos ao que interessa. Como eu sei que muitos fãs de Panic! At The Disco (Oi fãs de P!ATD!) passaram a freqüentar esta coluna depois daquele especialzinho que fizemos sobre os guris, e como sempre temos notícias fresquinhas, sobre os mesmos, é imprescindível que você, criatura indie abandonada por Brent Wilson, veja a primeira foto da banda com seu novo integrante: Joe Walker.

Clique na imagem para ampliá-la
E, como a grande maioria dos fãs pertence ao público feminino, nada mais justo do que uma big hiper foto. Reparem que o cabelo de
Brendon Urie já não é mais aquele “cabelo playmobil”, mas, isso não faz diferença, faz?
Ah. Joe Walker não é a única cara nova na banda. Para a nova turnê foram incorporados um tecladista, um conjunto de cordas e três dançarinas. (da trupe do circo que aparece em
I Write Sins Not Tragedies)
*
Ainda sobre os garotos da
Panic! At The Disco:
www.panicatthedisco.com.br
Exatamente. Um site brasileiro, de muita presença, feito por fãs a banda.
Foi ao ar ontem, quinta-feira, e por pouco não supera o site oficial, de tão bem feito.
Não conferir é pecado mortal. E tá falado.
*

Acontece cada coisa inacreditável que eu vou te contar... O que foi a prisão relâmpago de
Richard Ashcroft, na segunda-feira a noite? Tudo porque estava um pouco bêbado e queria trabalhar com crianças e adolescentes em um centro comunitário. Quem estava por perto, disse que apesar de meio maluco (ele dizia
“Sou Richard e quero trabalhar com os jovens daqui”) ele parecia triste, estava a ponto de chorar, vestido como um mendigo e com a barba por fazer.
Uma fonte do
Sun ouviu Richard dizendo que queria fazer
“coisas positivas”. Mas, como ninguém entendeu nada, logo a polícia chegou e Richard foi detido. Após o pagamento de 80 libras ele pode voltar para sua vida de rockstar. Mas o que será que aconteceu antes disto? Hm, que mistério.
O mais estranho de tudo é que há 5 dias aconteceu seu maior show solo de todos os tempos. O concerto na casa do
ManU (Old Trafford Cricket Ground), dizem, que foi coisa linda de se ver.
Mas, o mais estranho de tudo mesmo foi a cobertura da mídia brasileira. Seria antiético dar nome aos bois, mas teve veículo dizendo que Aschcroft fazia parte da banda The Verge. Você conhece? Eu não.
*

Esta é para os fãs de
The Kooks. A banda é capa da
NME que chegou às bancas nesta quinta e como diria minha avó indie,
"não se julga uma New Musical Express pela capa". A matéria, bem pequena, não traz nada de novo. O mais interessante são as frases
mezzo Borrel,
mezzo Gallaghers do vocalista
Luke Pritchard:
“O que estamos fazendo pode superar o britpop.”. “Nós somos a banda nova mais empolgante da Inglaterra”. “Não há nada parecido com nosso disco há decadas”. “Este país precisa de algo real. Precisa de nós”.
É só isto, juro. Não vale a pensa comprar. Eu já sonhei com a banda, não mentiria para você. Claro que sobra espaço para a velha e divertida briguinha entre Luke e Borrel (Razorlight), mas nada que você já não tenha lido
antes. “Kooksmania” que eles prometeram na semana passada nem apareceu pelas páginas da revisinha.
*

E o
Top Of The Pops chegou ao fim após 42 anos. Um dos programas musicais mais bacanas (apesar de todo aquele playback) que já surgiu perdeu espaço para os canais de música 24 horas. Isto é o que dizem os produtores do programa que vai ao ar pela última vez no dia 30 de julho.
Quem ficou inconsolável com a notícia foi o ilustríssimo
Eddie Argos do
Art Brut. O sonho do inglês era se apresentar com sua banda no palco do TOTP e ele declarava isto em vários shows e apresentações da banda.
Se você gosta do Art Brut, dê uma ajudinha à banda assinando
este abaixo-assinado. Desde que foi ao ar, na noite de ontem, o requerimento foi assinado por 1.714 almas caridosas. Faça sua boa ação.
*

Dia desses recebi um e-mail curioso. A pergunta principal era: porque cargas d’água eu ainda não havia comentado nada sobre o hypado
Wolfmother?
Que difícil nadar contra a corrente. A verdade é que você não gostaria de saber o que eu penso da banda. Não se você gosta de
Black Sabbath. Desculpe.
No mesmo e-mail, outra pergunta: porque cargas d’ água eu ainda não havia comentado nada sobre o final de
O.C?
Bah. Porque eu fiquei tão indignada com o que aconteceu (é... aquilo...você sabe) que estou pensando em fazer greve de
O.C.
Qual é a graça de assitir uma temporada inteira sem a Marissa? Graça nenhuma. Será que não existe mesmo nenhuma chance de ressucitarem a garota? Depois de
Free Marissa e
Never Forget, a próxima campanha poderia ser
Live Marissa.
O mundo indie precisa urgentemente de um novo seriado. Eu votaria em
My Name Is Earl, bacana até agora. Mas a trilha sonora é mais para roqueiros quarentões...
*
Falando em trilha, o podcast vai voltar, viu? Depois da tragédia dos HDs (você sabe, perdi 120 Giga de mp3, vídeos e tudo mais) demorou um pouco para descolar novidades, mas na semana que vem, a mais nova onda inglesa. E não estou falando da fake Lilly Allen.
Aguarde e confie ;)